sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Ramela

A semana passou, esses dias acabaram, minha vida se encurtou.
A oferta selou, as opções limitaram, a vontade passou.
O medo voltou, meus heróis choraram e ninguém me buscou.
Um pássaro piou, os raios me iluminaram então lembrei que ainda vivo estou.
A música começou, novos dias iniciaram, só foi fechar os olhos e a paz se presenciou. 

domingo, 2 de junho de 2013


Girei o mundo tantas vezes a procura, que uma hora estava em minhas mãos. Eu não intendi e joguei fora.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Você anda em chão de cacos, meu caro. Esse vidro quebrado é tudo o que sobrou da sua vontade de te deixar melhor, você não consegue entender?

Quanto tempo a sua bondade dura até começar a decepção?
Quantas vezes você confia até viver de traição?
Quantas vezes você vai decidir começar tudo novamente pela ultima vez?
Quanto tempo você aguenta esquecer até não enxergar mais outra coisa?
Quantas vezes você vai entender até se perder?
Quanto tempo você consegue ser forte até descobrirem sua fraqueza?
Quanta dor você terá de suportar até desistir?
Quanto tempo em pé até todo o chão cair?



As luzes da cidade estão acesas e você sabe o caminho até sua casa. Não há desculpas para essa escuridão, mas também não há motivos o suficiente. Quantas pedras para você tropeçar? Então ele riu, pois já estava no chão.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Palavras Vazias


   
 Você é tão tolo em acreditar em palavras, palavras vazias e palavras ditas, palavras que você ama e palavras que você confia, palavras que se parecem com uma facada dentro de seu estomago. Talvez se você pensasse mais, talvez se eu pensasse mais, não seriamos tão estúpidos.