terça-feira, 13 de julho de 2010

Fonte da Mesma Dor

A insegurança da ultima dor colhida
Tem que ser forte para não se manipular
A perda de um ser que por mágoas imagens restantes
As lagrimas tempestuosas que acabam te ferindo
Escravos do mundo, passageiros do mundo.


A montanha de sentimentos que construí sozinho
Derretimento de um gelo frio e doentio
Mais tudo não deve ser tão simples
Poros de sujeiras e lembranças
E a mesma premunição de fim abala minha cabeça.


Musica melodiosa que acolhe minhas feridas
Cicatrizes mal curadas são novamente tocadas
E a dor não se baseia em fatos de imensidão
Desbotando a mesma sensação de desentendimento
Flores que em pétalas guerreiam seus mais fortes espinhos.

Luz serena e dormente
Mostre-me algum sinal
Para saber que ainda estou vivo
Pureza de olhos felinos
Toma-me em teus braços
E me leve para onde for.

Ondas fortes, que banham o meu espírito
Forças do outro lado purificam o meu ser
Nuvens negras que passaram a me julgar
Manto vermelho ilusionista de amor
Sorriso falso, escondendo minha dor.

...................................................... João Victor Elias 

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