domingo, 25 de abril de 2010

Más Situações

 
Salva-me desse mundo
Desumano e desvalido
Morto e não renascido
Tentando se recuperar de feridas profundas, mal cicatrizadas


Quero mudar o agora
Mais não o que virá
Quero Tentar agora
Para não sair como você

Salve-me de tuas garras
Salve-me de teu ódio
Salve-me do seu sujeito amor
Salve-me de tua insegurança
De sua rebeldia
De seus sonhos iludidos
De tuas lagrimas
De teus pensamentos malditos

Quero tentar
Ser mais o que sou
Quero tentar
Ser o que deixei de ser por você
E esquecer meus arrependimentos
De todas as minhas revoltas
Do coração ferido
Da garganta ardente
Das lagrimas derramadas sem discórdias
Das dores inexplicáveis aqui dentro
De todo aquele amor não conferido

...........................................João Victor Elias

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Impossíveis Possibilidades


A cada gota que nasce no céu

A cada passo que eu caminho na vida
A cada sentimento que chora nesses últimos dias
Estão virando dias passageiros
Que passam e não voltam
Que nasce e não morre
Que some na neblina fria
E não volta nos dias de sol

Estou sonhando, sonhos impossíveis
Estou vivendo, uma vida impossível
Estou falando, palavras impossíveis
E até a morte fardada no escuro,
Escolhendo a dedo suas vítimas
Estão virando, mortes impossíveis.

Está tudo perdido,
A dor
O sacrifício
O amor
Estou me entregando
à noite, à escuridão
Estou me matando
Com facadas no coração
Estou lhe oferecendo amor
E sei, impossíveis possibilidades.
-.........................................João Victor Elias

sábado, 10 de abril de 2010

Sentimentos Adormecidos

Meus dias então sendo contados

A uma mão que nasce nos meus sentimentos
Estou ficando fraco,
Pois estes estão apagando a minha fortaleza.


E quando penso que estou livre
As algemas do ódio envolvem-me
Fazendo com que eu não possa mais sorrir
Não possa mais sentir
Não possa ser do jeito que eu sempre quis.


E os seres que comigo habitam,
Já estão mortos, por não saberem viver
Ainda acho que sou um dos únicos que continuam vivos
Que ainda respira, que ainda sabe habitar
Com o que tem em mente.

Estou sendo agarrado, por medo e insegurança.
E perdido na selva da discórdia
Onde as arvores são feitas a gritos de dor.

Não aprendi a sorrir com os mais chatos dos circos,
Não aprendia a chorar com a mais bela dor.

Enquanto tento fingir a felicidade,
Atrás de todos os meus sorrisos
Esta a dor da solidão.
-........................................João Victor Elias